Edição 426 - 29/01/2026

Ter IA é uma coisa, lucrar com ela já é outra história 🫰

Como dizem por aí, o simples funciona — e foi essa a ideia que a Meta adotou para as suas iniciativas de inteligência artificial. Deu certo, e é por isso que, na edição de hoje, vamos te contar como Mark Zuckerberg já está todo empolgado para dar uma masterclass sobre como lucrar na era da IA. Ah, e um spoiler: é tudo sobre atenção.

Boa tarde. No Espresso de hoje, você vai ver:

🟠 Cuba tem poucos dias de petróleo restantes;

🟡 Brasil bate recorde de contribuição para a “economia da guerra”;

🔴 Meta mostra que IA funciona melhor quando vende anúncios;

🔵 Mercado de trabalho nos EUA passa a demitir depois de um boom de contratações;

🟣 Geração Z aposta em caminhos “fáceis e rápidos” para ganhar dinheiro.

🥠 Seu biscoitinho da sorte

Suas circunstâncias atuais não determinam para onde você pode ir. Elas meramente dizem onde você começa - Nido Qubein

Cuba está correndo sérios riscos de ficar no escuro total

| Mundo

(Adalberto Roque)

🛢️ Nos últimos litros: O governo de Cuba enfrenta sua pior crise energética em décadas, com estoques de petróleo que podem durar apenas mais 15 ou 20 dias, no máximo.

A situação fica ainda mais delicada quando lembramos que o petróleo é essencial para gerar energia elétrica, manter o transporte funcionando e sustentar a economia.

  • Ou seja, se a reserva acabar, o país pode enfrentar uma sequência prolongada de apagõesracionamentos de energia e combustível e paralisações de serviços básicos à população.

💡 O que está por trás disso? Há muitos anos a ilha não produz petróleo suficiente e depende de outros países para se abastecer.

Acontece que a principal fornecedora de óleo para Cuba era a Venezuela e, como você já sabe, digamos que as coisas não estejam muito tranquilas por lá depois da captura de Nicolás Maduro.

Já o México, que era a segunda opção, também reduziu ou suspendeu os envios sob forte pressão do governo dos EUA.

Por fim, Rússia e Argélia, que já enviaram petróleo para os cubanos no passado, não conseguem suprir a demanda.

👀 Tem gente de olho nisso tudo… Segundo relatos do governo americano, Donald Trump deu até o fim do ano como prazo para os EUA conseguirem trocar o comando de Cuba.

A ideia do Pentágono é justamente aproveitar essa vulnerabilidade econômica e energética para forçar o país a mudar de governança — seja por meio da diplomacia ou de sanções.

Mesmo sem disparar um tiro, Brasil bate recorde na “economia da guerra”

| Brasil

(RealTime)

Nos dias de hoje, grandes conflitos armados não são apenas meras disputas militares: eles movimentam um fluxo enorme de dinheiro mundo afora. E o Brasil percebeu isso muito bem.

Só no ano passado, foram mais de US$ 3 bilhões em exportações de produtos e serviços de defesa — o maior valor da história e o dobro do registrado em 2023.

🌎 Isso não veio por acaso: como o mundo está parecendo uma panela de pressão, muitos governos estão correndo para repor estoques, modernizar equipamentos e garantir que não vão ficar desarmados.

Como consequência, também no ano passado, os países mundo afora gastaram mais de 2,7 trilhões de dólares com forças armadas.

🪖 Quem está usando o armamento verde e amarelo? A lista dos maiores importadores é diversa e passa por Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, EUA e Portugal.

São mais de 140 países que compram da chamada “Base Industrial de Defesa” brasileira, que reúne cerca de 80 empresas exportadoras. Os principais itens vendidos são armas leves e munições.

⚠️ Alerta de assunto polêmico: esses números levantam um debate acalorado sobre se o Brasil estaria “alimentando guerras”.

  • De um lado, há quem defenda que vender armas é sempre legítimo, porque defesa é soberania;

  • De outro, há quem veja a venda de armas como algo sempre imoral.

🇧🇷 Seja como for… o Brasil virou um “fornecedor global” importante em tempos de tensão e, por isso, o Congresso já discute novas regras para aumentar a transparência e o controle das vendas.

O Zuckerberg já quer sair dando aula de como ganhar dinheiro com IA

| Tecnologia

(Business Insider)

Enquanto o mundo segue encantado com os chatbots, duas gigantes da tecnologia travam uma batalha silenciosa para mostrar quem sabe, de fato, transformar inteligência artificial em dinheiro.

Ambas gastaram bilhões, mas os retornos estão sendo bem diferentes, e os investidores estão reagindo de forma oposta — com previsão de crescimento para a Meta e de desaceleração para a Microsoft.

😉 É tudo sobre atenção: A Meta usou IA para turbinar seu negócio de publicidade, desenvolvendo ferramentas que permitem que anunciantes criem variações de propagandas e testem qual performa melhor em tempo real.

Em vez de tentar criar um produto totalmente novo e revolucionário, ela aplicou a tecnologia para resolver um problema antigo dos clientes — como gastar melhor cada centavo do orçamento de marketing.

🤖 E o outro lado do ringue? Já a Microsoft precisa equilibrar muitos negócios diferentes ao mesmo tempo — de nuvem a softwares empresariais —, o que atrapalha um pouco os ganhos imediatos da IA.

Isso não significa que essa aposta esteja errada. Na prática, a empresa está jogando um jogo de longo prazo.

Mas o Zuck também não é bobo 👀

O CEO da Meta pegou o balanço da empresa e viu que, no ano passado, ela faturou US$ 51 bilhões em um único trimestre, sendo 98% vindos de publicidade.

😳 E ele arregalou os olhos: além de perceber que a companhia ganha muito dinheiro com anúncios, Zuckerberg também ficou preocupado com o quanto a Meta depende deles.

Foi aí que ele teve a ideia de cobrar uma assinatura premium para o Instagram, o Facebook e o WhatsApp, que permitiria recursos exclusivos. E, sim, é isso que deve acontecer nos próximos meses…

Foi aqui que pediram um tour pelas manchetes?

📊💰 Valuation de mais de US$ 2,5 bi: PicPay sobe mais de 2% em estreia na Nasdaq após IPO

🇻🇪✈️ Conversou com a presidente interina: Trump anuncia que ordenou a reabertura do espaço aéreo da Venezuela

👨‍⚖️🏦 Depois das investigações: Toffoli admite que pode enviar caso Master à 1ª instância

🪖🇺🇸 Tensão com o Irã: EUA fazem exercícios militares no Oriente Médio

O mercado de trabalho americano decidiu que é hora da “grande correção”

| Negócios

(CNN)

📉 Os tempos de vacas magras voltaram: Depois de um aumento considerável nas contratações durante a pandemia, grandes empresas dos EUA estão no processo de reduzir seus quadros de funcionários.

  • Diferente do boom do e-commerce e da demanda por serviços digitais, agora o cenário é de economia incerta, juros altos e investimentos mais moderados.

💼 Hora de te dar alguns exemplos: Além do caso da Amazon, que te contamos ontem, a UPS planeja cortar 30 mil vagas neste ano, e o Pinterest deve demitir até 15% da equipe para direcionar recursos à IA.

Mas, ao contrário do que muita gente pensa, economistas apontam que o principal motivo dos layoffs não é a tecnologia, mas, justamente, o excesso de contratações durante a pandemia.

Muitos CEOs sentiram que, com tanta gente contratada, os processos ficaram mais lentos — com muita chefia, muita reunião e pouca decisão.

🇺🇸 Também não é o fim do mundo: Isso não significa que a economia americana esteja em colapso, já que o desemprego segue relativamente baixo e as demissões estão concentradas em grandes empresas específicas.

E como vão as coisas por aqui? 🇧🇷

Dados divulgados hoje mostraram que, no ano passado, o Brasil teve o pior resultado na geração de empregos formais desde 2020.

Foram 1,2 milhão de novos postos criados — resultado de 26,5 milhões de contratações e 25,3 milhões de demissões. O setor de serviços foi o que registrou a maior alta.

A geração Z está encarando a economia como se fosse um grande cassino

| Economia

(Allie Carl)

💪 Trabalhar, prosperar e descansar. Esse caminho, considerado “tradicional” por muitos anos, parece ter caído em descrédito pelos jovens nascidos entre 1997 e 2012.

Em vez de apostar em uma carreira longa e estável, muita gente da geração Z agora prefere tentar a sorte em caminhos rápidos para ganhar dinheiro — mesmo que eles envolvam mais risco.

🤔 O que mudou? A tecnologia tem ameaçado os empregos de porta de entrada, o custo de vida subiu e há uma incerteza cada vez maior sobre se a faculdade realmente compensa.

  • Ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil tentar ganhar dinheiro rápido pelo celular.

Basta pensar na quantidade de aplicativos de apostas online, mercados preditivos, investimentos em criptomoedas e ferramentas de criação de conteúdo que explodiram nos últimos anos.

Para se ter ideia, a profissão de “influenciador” é a mais desejada entre a Gen Z, com mais da metade dos jovens dizendo que prefere construir uma carreira nas redes sociais a ter qualquer outro tipo de emprego.

Nesse cenário, muitos jovens acreditam que dar um “tiro certeiro” na bolsa de valores ou viralizar na internet parece ser a única saída real para construir patrimônio.

💊 A pílula da realidade: Acontece que esses caminhos são, por definição, instáveis e sem garantias. A maior parte dos influenciadores não vive disso, a bolsa pode cair no curto prazo e as apostas podem não dar certo.

No fim, o alerta dos especialistas é que ganhos rápidos também podem significar perdas rápidas — e muitos jovens não estão preparados para isso.

Ei, não precisa fazer da gente um segredo 🤫

| Programa de Indicação

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