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Edição 407 - 02/01/2026 - Retrospectiva #5 (Outubro, Novembro e Dezembro)

O gran finale que deixou muita coisa em aberto 👀
O último ato de 2025 guardou os roteiros mais surpreendentes. Quando poucos acreditavam, Israel e Hamas apertaram as mãos, e jovens do mundo todo saíram das redes sociais para derrubar governos. Além disso, um roubo cinematográfico chocou a Europa, e o futuro do planeta foi decidido na Amazônia.
Mesmo assim, nenhum desses acontecimentos colocou um ponto final em questões importantes, já que os desdobramentos só devem aparecer nos próximos meses. É isso e muito mais que você vai ver no último capítulo da retrospectiva do Espresso, em que vamos falar sobre os meses de outubro, novembro e dezembro.
Boa tarde. No Espresso de hoje, você vai ver:
🟠 Entre ruínas e escombros, Gaza enfim conseguiu respirar;
🟡 O Brasil foi o palco de dias que definiram o futuro do nosso planeta;
🔴 O ano em que a Gen Z saiu dos feeds para derrubar governos;
🔵 Hollywood nunca mais foi a mesma depois de 2025;
🟣 As tarifas de Trump deram “bye-bye” aos produtos brasileiros.
🥠 Seu biscoitinho da sorte
A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, uma hora, um dia ou um ano, mas eventualmente vai passar e algo mais ocupará o seu lugar. Se eu desistir, no entanto, ela vai durar para sempre - Lance Armstrong
Entre ruínas e escombros, Gaza enfim conseguiu respirar
| Mundo

(Arte/Espresso | TIME)
🗓️ 734 dias. Esse foi o tempo que demorou para que portais de notícia no mundo inteiro pudessem escrever aquilo que todos estavam aguardando: a guerra entre Israel e Hamas em Gaza chegou ao fim.
Em 9 de outubro, um acordo costurado por Donald Trump — que também contou com a mediação de países árabes — fez com que os dois lados do conflito enfim concordassem com um plano de cessar-fogo.
Além da interrupção dos ataques, outras duas medidas principais foram acordadas 👇:
A libertação de reféns israelenses mantidos pelo Hamas desde o início da guerra; 🇮🇱
A soltura de prisioneiros palestinos detidos por Israel. 🇵🇸
A notícia foi recebida com alívio em Tel Aviv e comemoração nas ruas de Gaza.
Afinal, em dois anos de bombardeios, mísseis lançados e invasões terrestres, mais de 67 mil palestinos morreram — incluindo 20 mil crianças.
🔙 Olhando para trás: A guerra começou em 7 de outubro de 2023, quando o Hamas lançou um ataque surpresa contra Israel, matando cerca de 1.200 pessoas e sequestrando 251 reféns.
O conflito devastou a região de Gaza, destruiu bairros inteiros e deixou 2 milhões de pessoas deslocadas, em meio à fome e ao colapso da infraestrutura.
Para se ter ideia, a ONU declarou fome generalizada em Gaza — com 30% da população passando dias sem comer e quase 40 mil crianças órfãs.
Já no Velho Continente, as joias da coroa foram roubadas 🇫🇷
O ano pode até estar acabando, mas os franceses — e o mundo todo — ainda estão tentando entender como ladrões armados conseguiram invadir o Museu do Louvre, em Paris.
🚔 Relembrando o 19 de outubro: Classificado como o “roubo mais espetacular deste lado do milênio”, o crime aconteceu em plena luz do dia e em um dos locais mais protegidos do país.
Quatro homens, que se disfarçaram de funcionários do museu, saíram com joias históricas de valor inestimável — como tiaras, colares, brincos e broches do século XIX.
🙃 Lembra dessa? Mais tarde, as investigações mostraram que a senha do sistema de segurança do museu era nada mais, nada menos do que “Louvre”.
O Brasil foi o palco de dias que definiram o futuro do nosso planeta
| Brasil

(Arte/Espresso | Sergio Moraes)
🗞️ Os olhos do mundo em Belém: A Conferência da ONU sobre o Clima de 2025 começou em novembro já sendo uma das mais importantes da história.
O encontrou reuniu representantes de quase todos os países do mundo para discutir como frear o aquecimento global e lidar com seus efeitos.
Além de líderes e autoridades globais, ministros, cientistas, empresas e ativistas também estiveram presentes.
💡 Tanta gente e uma só ideia: O ponto central foi negociar e definir metas e ações conjuntas para combater a crise climática.
Foram mais de 42 mil participantes, incluindo a maior participação indígena da história, comunidades tradicionais e uma presença inédita de afrodescendentes nos textos finais.
🌳 O que estava por trás: Além de ser a primeira edição realizada no coração da Amazônia — um símbolo global da crise climática —, ela marcou os 10 anos do Acordo de Paris.
Esse foi um pacto assinado em 2015, no qual o mundo prometeu limitar o aquecimento global a 1,5°C.
Tá, e que fim levou?
Mesmo com toda a confusão diplomática, foi aprovado um texto final que triplica o dinheiro repassado por países ricos para adaptação climática.
O montante pode chegar perto de US$ 120 bilhões, sendo usado para reforçar sistemas de saúde, apoiar agricultores diante de secas e garantir água e comida em países vulneráveis.
⛽ Uma questão importante: O ponto mais polêmico e de maior revés da COP30 foi a ausência de qualquer menção aos combustíveis fósseis — como petróleo, gás e carvão — no texto do acordo final.
🇧🇷 Correndo por fora: Com o acordo oficial deixando a desejar, o Brasil se comprometeu com iniciativas paralelas para criar um roteiro detalhado para a transição energética nos próximos anos.
O ano em que a Gen Z saiu dos feeds para derrubar governos
| Tecnologia

(Arte/Espresso | Sunil Pradhan)
👍 Curtidas e caos: Foi a partir de outubro que, ao redor do planeta, os nascidos entre 1995 e 2009 decidiram romper com os estereótipos de “preguiçosos” e “alienados” para tomar as ruas.
Esses jovens, que cresceram com a internet, passaram a usar as redes sociais para organizar manifestações contra governos considerados corruptos e desconectados da realidade.
🪧 O ano da “primavera dos novinhos”: Tudo começou com pequenas revoltas locais, mas o padrão se repetiu em vários lugares.
Jovens frustrados com a política e a elite transformaram a indignação online em manifestações reais — algumas pacíficas, outras violentas.
🗺️ O panorama: Países como Quênia, Indonésia, Filipinas, Madagascar, Marrocos e Peru viram multidões de jovens tomarem as ruas exigindo coisas básicas — como água, luz, educação e saúde.
Além disso, manifestações contra o desvio de dinheiro público e os privilégios da elite política também foram vistas em lugares como Nepal e Madagascar — onde governos foram derrubados.

(g1)
🤳 Virou trend: Além de acontecerem em países marcados por desigualdade, falta de oportunidades e corrupção, o que uniu os movimentos foi o fato de que eles nasceram e cresceram nas redes sociais.
Jovens usaram redes como TikTok e Telegram para se organizar, criar memes e espalhar informações em tempo real.
Para se ter ideia, no Nepal, a primeira-ministra interina foi até escolhida por uma votação no Discord.
👁️👁️ Bottom-line: No fim, os movimentos mostraram que, neste ano, a geração dos memes mudou a forma de fazer política no mundo.
Hollywood nunca mais foi a mesma depois de 2025
| Negócios

(Arte/Espresso | Getty Images)
Já no final do ano, uma das disputas mais caras da história da indústria audiovisual chegou ao fim.
🤝 O que aconteceu? Por quase US$ 83 bilhões, a Netflix fez um acordo para comprar as divisões de streaming e de estúdios de cinema e TV da Warner Bros. Discovery.
O negócio fez a Netflix deixar de ser “apenas” a maior plataforma de streaming de todas e se transformar em um dos maiores conglomerados de mídia do planeta.
🎬 A relevância: Caso você não esteja lembrado, a Warner Bros. possui conteúdos e franquias que valem ouro, o que faz dela a dona de um dos acervos mais cobiçados e valiosos de toda Hollywood.
É só você lembrar que, com certeza, já assistiu a filmes e séries com o selo WB — como a saga Harry Potter, tudo o que envolve os heróis da DC, Game of Thrones, Friends, O Mágico de Oz e por aí vai.
Além disso, a empresa também controla canais tradicionais da televisão americana, como CNN, TNT e HBO.
📺 Reconheceu esse último? Sim, a HBO Max é da Warner. A plataforma de streaming é uma das que mais crescem no setor, somando quase 130 milhões de assinantes no mundo todo.
Mas muita calma nessa hora, porque, mesmo com o fim de ano chegando, o acordo ainda precisa ser analisado pelos órgãos antitruste dos EUA — o que só deve acontecer no 3º trimestre do ano que vem.
As tarifas de Trump deram “bye-bye” aos produtos brasileiros
| Economia

(Arte/Espresso | Ricardo Stuckert)
Depois de meses de tensões comerciais, os EUA anunciaram, no fim de novembro, a retirada da tarifa de 40% para mais de 200 produtos brasileiros, como café, carne, açaí e cacau.
👀 Mais que amigos, friends: A medida foi formalizada por meio de uma ordem executiva em que Trump citou as boas conversas com Lula.
Sim, ao longo deste ano, o presidente brasileiro e Trump passaram de grandes inimigos políticos a parceiros que se respeitam e até trocam afagos.
💰 A relevância: A decisão da Casa Branca, em novembro, encerrou um período desafiador para os exportadores brasileiros que, desde agosto, tentavam encontrar alternativas para driblar as barreiras impostas às suas produções no mercado americano.
Para se ter ideia do impacto do tarifaço de Trump, só no caso do café, por exemplo, os EUA compram cerca de 16% de tudo o que o nosso país exporta. ☕️
Exportadores brasileiros ficaram otimistas, já que a redução do custo tributário nos EUA deve tornar seus produtos mais competitivos, impulsionando as vendas, principalmente no setor agrícola.
😬 Mas a cautela mora ao lado: Parte do setor aponta que as incertezas diplomáticas ainda são altas — e que manter esse clima amistoso no ano que vem vai depender tanto do andamento das negociações quanto da manutenção dos interesses políticos dos dois países.
Ei, não precisa fazer da gente um segredo 🤫
| Programa de Indicação

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